quarta-feira, 7 de abril de 2010



Lendo...
Ética Para Um Jovem



Cap. 5: Porque devemos tratar as pessoas como pessoas e não como coisas?
.
Cap. 6: Que relação há entre liberdade e responsabilidade?
.
Cap. 7: Em que consiste tratar as pessoas como pessoas?
.
Cap. 8: O que devemos fazer perante o prazer?
.
Cap. 9: De um ponto de vista ético, qual é, para Savater, a organização política preferível?

6 comentários:

AF3 disse...

9º Capítulo – Eleições gerais

“A ética é a arte de escolher o que mais no convém para vivermos o melhor possível, o objectivo da política é organizar o melhor possível a convivência social, de modo a que cada um possa escolher o que lhe convém.”

No 9º capítulo Savater discursa sobre a relação entre a ética e a política referindo diferenças como o carácter individual para a ética e o colectivo para a política quanto á gestão da liberdade e a importância da intencionalidade das acções para a ética enquanto para a política a importância destina-se somente ao resultado das acções, sendo também os meios menosprezados.
Para o filósofo espanhol a organização política do ponto de vista ético preferível deve assentar nas exigências que a democracia moderna tem tentado, primeiro teórica depois praticamente, implementar: o cumprimento dos Direitos Humanos que segundo Savater é ainda hoje apenas um catálogo de bons princípios e não de efectivas conquistas. Para a existência de uma vida boa de cada indivíduo a comunidade política teria que assentar em três princípios básicos: liberdade, justiça e assistência (comunitária).
Nesta organização política, existiria um grande respeito pela liberdade, o nosso maior bem, e assim ao dar-lhe importância surgiria a responsabilidade social em que cada indivíduo reteria a liberdade segundo as suas acções, ou seja, más acções corresponderiam a menos liberdade. A justiça assentaria na frase de um antigo poeta latino “Sou humano e nada do que humano é pode parecer-me estranho” querendo com isto salientar a igualdade de direitos sem distinções por raça, cor de pele, ou qualquer outro elemento diferenciador (“enquanto a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos haverá guerra.” Bob Marley) pois somos todos humanos e temos o direito a assim ser tratados. Cada humano é insubstituível, a sua personalidade fornece-lhe esse carácter por isso matarmos um humano ficará um lugar vazio inocupável na sociedade. Por fim, uma sociedade segundo essa organização política não poderia ser de algum modo desprovida da assistência comunitária, ou seja, um meio de suporte apenas para todos os enfermos e de todos os que não se conseguem auto – ajudar e não de “perpetuar sob anestesia em nome de uma “compaixão” comunitária.

AF3 disse...

8º Capítulo - Gostar e gostar

“Nada é mau só pelo facto de te dar gosto fazê-lo” Savater
No 8º capítulo do livro escrito pelo filósofo espanhol Fernando Savater “Ética para um Jovem”, este revela o centro de especulação sobre imoralidade pela inépcia filosófica humana. Numa palavra: prazer. Savater diz-nos que o prazer nos distrai, por vezes, mais que o devido, ou seja, passando do uso ao abuso e isso poderá vir a ser-nos fatal, razão pela qual este se encontra rodeado de tabus e restrições. No entanto o autor faz-nos apelo á exploração dos prazeres contudo uma exploração controlada para que o abuso não se torne sinónimo dessa exploração e esse prazer possa vir a retirar a possibilidade de todos os outros significando isto que quando usamos um prazer estamos a enriquecê-lo e a melhorar a nossa vida, se esta porventura sofrer um empobrecimento estamos a abusar o prazer e só este se enriquece tornando-se prejudicial para nos. Para a tão falada exploração dos prazeres, citando Horácio com uma frase do Clube dos Poetas Mortos, carpe diem, que significa “aproveita o quotidiano”, Savater aconselha-nos a coadunarmos essa viagem pelo mundo dos deleites a cada circunstância, ou seja, devemos aproveitar os aprazimentos que temos a nosso dispor em determinado momento e saber retirá-los e aproveitá-los ao máximo em vez de estarmos numa procura constante de algo que nem vem a propósito nem de querermos todos os deleites a todo o momento.
Savater faz referência àqueles por ele denominados de “caluniadores profissionais do prazer” ou seja, os puritanos, aqueles que se satisfazem não deixando os outros satisfazer-se, referindo a história de uma senhora, uma puritana oficial, que chamou as autoridades policiais devido a existirem uns jovens a tomar banho nus em frente de sua casa levando a polícia a mandá-los afastarem-se. Mais acima o escândalo continuava e a senhora volta a telefonar a dizer que os jovens continuavam a tomar banho nus e a polícia volta a afastá-los mais uma vez. Após isto a senhora volta a telefonar a fazer a mesma denúncia ao que o inspector disse “mas minha senhora, já os pusemos a mais de um quilómetro e meio de distância”, ao que ela “virtuosamente” respondeu “é verdade, mas com os binóculos ainda consigo vê-los”.
Em suma, usufrui dos prazeres que te forem proporcionados.

Anónimo disse...

Olá,

Achei muito interessante este tema. Contudo, será que é também possivel formular questões para os primeiros capitulos?

Muito Obrigada continuem o bom trabalho....

Anónimo disse...

trabalhos destes mais vale nao meter aqui no blogue.Para a proxima nem se de ao trabalho porque pa ver esta porcaria ja me chega a minha setora.
n vale a pena comentar mais se n mando a po karalho.

Anónimo disse...

tu nao percebes nd em que ano andas chabalo

Anónimo disse...

Calem a boca seus cabroes do CARALHO FDPs de merda !! Chupa me o esquerdo que o direito tá ocupado!